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7 motivos pra você aprender inglês!

  1. É necessário falar inglês para novas vagas de trabalho.
  2. Quem fala inglês tem acesso a salários até 62% maiores.
  3. Grande parte dos conteúdos da internet estão em inglês.
  4. Experiências diferentes em uma viagem internacional entre quem fala e quem não fala inglês.
  5. Melhores experiências com filmes, cinemas, músicas internacionais para quem fala inglês.
  6. Pesquisas científicas mostram os benefícios para a saúde para quem fala um segundo idioma
  7. Impacto positivo na autoestima e autoconfiança. Apenas 5% da população no Brasil fala inglês.

Se você almeja qualquer um destes 7 motivos, não perca tempo e inicie hoje mesmo os seus estudos para aprender este idioma que trará um grande crescimento em sua vida.

Nos chame pelo link do whats disponível ao lado direito da página e tenha todas as informações.

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Conheça a Profissão de técnico em transações imobiliárias

É muito fácil você continuar a estudar, basta estar conectado à internet e em breve estará plenamente apto a exercer a função de Técnico em Transações Imobiliárias através de um curso de qualidade em nível médio. Estudar no CPET permite a você concluir sua formação escolar do Ensino Médio, em qualquer lugar, sendo no trabalho ou no sossego de sua casa, você terá acesso a toda informação necessária para atuar como Técnico em Transações Imobiliárias.

O curso permitirá a você, trabalhar em empresas imobiliárias, administrar condomínios,  imóveis e aluguéis, realizar classificados de imóveis para vendas ou aluguel, empresas de loteamentos e planejamentos imobiliários, empresas de consórcios imobiliários,  empresas judiciárias (leilões), construtoras e angariação de imóveis, e muito mais.

O segmento imobiliário é uma área que está sempre em constante crescimento, surgindo a cada instante novas oportunidades aos profissionais que decidirem aprimorar-se ainda mais em seu trabalho, através de seus estudos.

Você já pensou em completar seus estudos em uma das mais renomadas instituições de ensino a distância do país, e tudo isso na tranquilidade de seu lar. Agora você vai ter a chance de aprender com os melhores profissionais do mercado de trabalho, o CPET (Centro de Profissionalização e Educação Técnica), é uma instituição educacional pioneira na modalidade de EAD (Ensino a Distância), utilizando das mais modernas tecnologias e métodos na área de ensino a distância.

Como investir em uma educação de qualidade, mesclada a uma carreira de sucesso?

Você irá se matricular imediatamente no CPET, você contará com um estudo de qualidade que somente uma instituição preparada pode te oferecer. O maior objetivo do CPET é inserir pessoas no mercado de trabalho através de um profissional qualificado.

Os cursos CPET possuem excelência e preparado, com o que existe de mais modernos em termos de conceitos inerentes à profissão de Técnico em Transações Imobiliárias. Além do Diploma em nível médio em um curso Técnico, você receberá outras certificações, são elas:

Auxiliar de Escritório Imobiliário

Assistente Administrativo

Auxiliar de Avaliador de Imóveis

Avaliador de Imóveis

Transações Imobiliárias

Você obterá sucesso garantido em sua profissão, após iniciar seus estudos no CPET, a ampla experiência e o conhecimento dos profissionais responsáveis pela qualidade dos nossos cursos, são o diferencial enquanto instituição, sempre mudando e procurando inovações em sua metodologia, precavido as mudanças constantes do mercado de trabalho. Veja agora a ampla carreira de um profissional técnico em transações imobiliárias.

A carreira do Técnico em Transações Imobiliárias

Para você ter sucesso nessa profissão, sempre inovadora, com a constante atualização de novos conceitos, o Técnico em Transações Imobiliárias deverá estar sempre atento as novidades, que estão surgindo a todo momento. Não só na questão de novos conceitos, mas também até mesmo na utilização de novas tecnologias, seguir as disposições do mercado nesse setor, e somente no CPET, a metodologia de ensino é um fator ímpar, para você se destacar nessa profissão.

Nesse curso você receberá as orientações necessárias para administrar o seu próprio negócio como Técnico em Transações Imobiliárias, participando de projetos de vendas de imóveis e das mais diversas transações imobiliárias. Veja o que você vai aprender no curso de Técnico em Transações Imobiliárias CPET.

O que vou aprender no curso de Técnico em Transações Imobiliárias CPET?

No curso de Técnico em Transações Imobiliárias do CPET, você terá o conhecimento das informações necessárias, para se tornar um excelente profissional nesse setor, além do que vai receber com o Registro Profissional do CRECI – Conselho Regional de Corretores de Imóveis.

A nossa matriz curricular foi elaborada para que você, aprenda através de uma metodologia de fácil compreensão as informações necessárias para se projetar em sua profissão. Agora conheça um resumo das aulas de nossa matriz curricular:

Introdução à Administração, Empreendedorismo, Introdução ao Excel e ao Word, Administração de Imóveis e Locação, Matemática Financeira, Marketing e Marketing Pessoal, Etiqueta, Fundamentos e Processos, Noções Gerais de Direito Imobiliário,  Gestão de Relacionamento com o Mercado, Interpretação de Texto, Introdução a Libras,  Qualificação Profissional em Avaliação de Imóveis, Estudo Arquitetônico para Gestores Imobiliários, e muito mais.

Ao se formar no curso de Técnico em Transações Imobiliárias do CPET, você terá adquirido conhecimento para trabalhar no captar, vistoriar e fazer a corretagem de imóveis assim como conduzir o processo documental ou prestar serviços de consultoria e assessoria pós-venda. Oportunidades aparecem constantemente no mercado que está sempre à procura de um bom profissional, a sua formação escolar no CPET, é a sua carta de apresentação em qualquer emprego.

Como se inscrever no curso Técnico em Transações Imobiliárias CPET?

É muito fácil você se inscrever no Curso Técnico em Transações Imobiliárias, basta entrar no site do CPET, escolher o curso de sua preferência e pronto. Agora é só enviar a documentação necessária e começar estudar. Você poderá localizar, o Polo mais próximo para realização das avaliações através do seu CEP. Para sanar qualquer dúvida, está disponível no site e-mail e número de telefone das Unidades Remotas.

Os cursos CPET são Legalizados pelo Protocolo 59705/2018-3 e Portaria nº 1176/2018. O curso Técnico em Transações Imobiliárias CPET, possuí validação técnica em nível médio e está de acordo com as normas da Secretaria da Educação, cumprindo a legislação e reconhecido em todo território nacional.

O curso trará a você experiência para entrar no mercado de trabalho na área imobiliária, podendo exercer seus conhecimentos adquiridos para intermediar a compra, a venda, a locação e a permuta, assim como assessorar a administração e captação de imóveis, e de condomínios.

Você também poderá atuar como avaliador de imóveis urbanos e rurais. Seguir a movimentação do mercado prevendo circunstancias que afetam o empreendimento, além de prestar assessoria aos clientes durante e posteriormente a conclusão da transação imobiliária.

Ao procurar o CPET (Centro de Profissionalização e Educação Técnica) com certeza você irá se matricular em uma excelente instituição de ensino a distância, com confiança de investir seu futuro em uma instituição com ensino de qualidade, faça sua matrícula agora mesmo no  curso Técnico em Transações Imobiliárias da CPET.

JR Educação – Parceiro CPET

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Conheça o Curso Técnico em Guia de Turismo

Hoje você vai conhecer o curso técnico em Guia de Turismo CPET, um curso profissionalizante com uma carreira ampla em vagas no mercado de trabalho sendo um dos cursos mais desafiantes no CPET, pois você aprenderá de maneira teórica e prática através de exercícios tudo o que um Guia em Turismo tem como atribuições em seu segmento.

Você sabia que é possível realizar um curso profissionalizante e ainda concluir o Ensino Médio? No CPET é possível. Uma instituição líder em seu segmento educacional que tem como objetivo principal a excelência em seus cursos para que o aluno saia com formação apto para atuar no mercado de trabalho. Todos os seus cursos possuem autorização pelo MEC, e são atualizados de acordo com o que tem de mais moderno para sua aprendizagem.

Realizando o curso no CPET você terá aptidões em atuar com planejamentos de viagens, assistência ao turismo e todas atribuições voltadas para viagens em âmbito nacional, como por exemplo, translado, hospitalidade, sustentabilidade, orientação e recepção de clientes.

Aqui você já consegue ter uma ideia de como a área de trabalho é grande, mas antes de detalhar a carreira de um profissional técnico Guia em Turismo, vamos ver os principais temas que você aprenderá no curso, fique comigo nesse artigo para se apaixonar por essa carreira tão promissora.

Como investir em uma educação de qualidade, mesclada a uma carreira de sucesso?

Em nosso Curso Técnico em Guia de Turismo do CPET, isso é totalmente possível, pois você terá o conhecimento e as informações necessárias, para se tornar um excelente profissional nesse setor.

O Curso de Técnico em Guia de Turismo irá prepará-lo para atuar com profissionalismo e segurança, ao conduzir grupos, organizar excursões, orientar o grupo de forma a garantir e prevenir a segurança de cada um, além de visitas e atividades de acordo com os interesses do grupo e local a ser explorado.

A metodologia utilizada no CPET de ensino a distância, permite ao aluno desfrutar do conforto de estudar onde for mais conveniente e a vantagem de ter flexibilidade de horários de estudo.

Você terá acesso a vários canais de comunicação com os professores, tutores e colegas via chat, comunicação por telefone e videoconferência. Nosso curso é Legalização pelo Protocolo: 59767/2018-4 e Portaria nº 1274/2018.

A carreira do Curso Técnico em Guia de Turismo

Fazer o que gosta em uma carreira de sucesso é tudo que qualquer pessoa deseja, mas para que isso seja possível, primeiro você precisa estudar em uma instituição de qualidade para poder concorrer as melhores vagas de emprego. No CPET você pode, veja os principais locais relacionados a carreira do profissional guia em turismo.

  • Acompanhar turistas em viagens e excursões
  • Realizar programas de passeios com todas as informações de destinos
  • Atuação em transportes marítimos em cruzeiros
  • Realizar ecoturismo

É importante que você goste de história e geografia, pois você deverá se informar historicamente de todo local que for trabalhar para poder responder as diversas dúvidas dos turistas.

Você deverá também realizar um curso de línguas, principalmente inglês, pois poderá trabalhar em locais onde a visita de estrangeiros é grande, e sendo a língua inglesa universal, será mais fácil para você garantir um emprego.

A área de turismo é muito versátil e apaixonante, pois você terá a oportunidade de trabalhar em uma área que nunca para de crescer, sempre existem eventos importantes onde a profissão de um guia é indispensável para o sucesso das atividades. Veja os principais títulos que você aprenderá no curso Técnico em Guia de Turismo CPET.

O que vou aprender no curso Técnico em Guia de Turismo CPET?

A nossa matriz curricular foi elaborada pelos melhores profissionais para que você, aprenda através de tecnologia e metodologias modernas as informações necessárias para exercer sua profissão. Veja o que você aprenderá para atuar no mercado de trabalho relacionado ao turismo:

  • Serviços de Turismo e Viagens e Qualidade Total
  • Revisão Geografia, e Historia Geral
  • Marketing de Serviços, Educação Ambiental e Cidadania
  • Introdução a Libras, Inglês Básico I e Elaboração de Roteiros e Pacotes
  • Espanhol Básico I e II
  • Projeto Prático em Turismo I, II e III
  • História Contemporânea
  • Inglês Instrumental, Cultura Luso-brasileira
  • Multimodalidade Turística, Operações em Turismo e Hospitalidade I e II
  • Qualificação Técnica de Nível Médio em Operador de Turismo
  • Inglês Avançado
  • Casos de Sucesso na Educação Ambiental, Marketing Pessoal e Etiqueta
  • Marketing de Serviços voltado ao Turismo, Ecossistemas Brasileiros e Gestão Ambiental
  • Liderança de Sucesso, Qualificação Técnica de Nível Médio em Assistente de Guia Regional de Turismo

Com certeza um curso técnico de qualidade com formação completa para você concorrer as melhores vagas de emprego na área de turismo, veja como é fácil se inscrever.

Como se inscrever no curso Técnico em Guia de Turismo CPET

É muito fácil você se inscrever no Curso de Técnico em Guia de Turismo, basta entrar no site do CPET, escolher o curso de sua preferência e pronto. Agora é só enviar a documentação necessária e começar estudar. Você poderá localizar o Polo mais próximo para realização das avaliações através do seu CEP. Para sanar qualquer dúvida, está disponível no site e-mail e número de telefone das Unidades Remotas.

Os cursos técnicos CPET possuem a garantia de serem reconhecidos pelo MEC, além de uma formação de qualidade, onde você sairá apto para o mercado de trabalho, sendo esse um dos principais objetivos do CPET. Além da formação técnica você receberá outras qualificações:

  • Auxiliar de Escritório Agência de Turismo
  • Auxiliar de Organização de Eventos
  • Auxiliar de Condutor de Turismo

E tudo de acordo com as normas da Secretaria da Educação, cumprindo a legislação e reconhecido em todo território nacional. Você entrará no mercado de trabalho na área de Turismo.

Ao procurar o CPET (Centro de Profissionalização e Educação Técnica) com certeza você irá se matricular em uma excelente instituição de ensino a distância, com confiança de você estar investindo seu futuro em um ensino qualidade, faça agora mesmo sua matrícula em uma área de constante crescimento, realize seu sonho de ser um profissional em guia de turismo.

JR Educação – Parceira do CPET

 

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Técnico em meio ambiente – Conheça mais

O curso de Técnico em Meio Ambiente permitirá a você, trabalhar em empresas relacionadas a ambientes urbanos, rurais e naturais, ou em qualquer lugar que busque por excelência uma qualidade ambiental.

É um segmento em plena expansão, a cada instante, novas oportunidades em nosso mercado de trabalho ficam disponibilizadas, a preocupação com o meio ambiente é um assunto mundial, e o Curso de Técnico em Meio Ambiente do CPET é o ideal, para aquele deseja se dedicar a melhora da qualidade ambiental e ter uma carreira de sucesso.

Aqui está a sua oportunidade de estudar em uma das mais renomadas instituições de ensino a distância do país, e tudo isso na tranquilidade de seu lar. Agora você vai ter a chance de aprender com os melhores profissionais do mercado de trabalho, O CPET (Centro de Profissionalização e Educação Técnica),

Voltada para a profissionalização das pessoas, o CPET é uma instituição educacional pioneira na modalidade de EAD (Ensino a Distância), utilizando modernas tecnologias e métodos na área de ensino a distância.

A instituição possuí as Unidades Remotas, localizadas em todo o território nacional, que serão responsáveis pelo suporte presencial ao aluno, basta apenas encontrar a Unidade Remota mais próxima a você acessando nosso site. Não perca tempo, invista em seu futuro fazendo curso no CPET.

Você terá acesso a toda informação necessária para atuar como Técnico em Meio Ambiente, estudar no CPET permite a você conclua sua formação escolar do Ensino Médio, em qualquer lugar, basta ter acesso à internet.

 

Como investir em uma educação de qualidade, mesclada a uma carreira de sucesso?

Resposta muito fácil, matricule-se já no CPET, não perca mais tempo, aqui você terá durante o curso, uma ampla visão da área escolhida, nossa principal meta é inserir você no mercado de trabalho, um profissional qualificado e experiente, altamente preparado, e bem informado, com o que existe de mais atualizado, e essenciais à profissão de Técnico em Meio Ambiente.

Você terá várias certificações correlatadas ao curso de Formação Profissional:

  • Auxiliar de Escritório Ambiental
  • Auxiliar de Agente de Defesa Ambiental
  • Auxiliar de Analista Ambiental.

Certamente você obterá sucesso em sua profissão destacando-se no mercado de trabalho, após iniciar seus estudos na CPET uma instituição que possui ampla experiência e o conhecimento dos profissionais responsáveis pela qualidade de ensino dos nossos cursos EAD.

Um dos diferenciais enquanto instituição voltada para o mercado de trabalho é sempre inovar em sua metodologia, atento as constantes mudanças do mercado. Quais serão as qualidades necessárias, veja agora a crescente carreira que você pode trabalhar.

A carreira de Técnico em Meio Ambiente

O Técnico em Meio Ambiente tem a responsabilidade de orientar a sociedade sobre a preservação dos recursos naturais, valendo-se do desenvolvimento sustentável, auxiliar, fiscalizar e informar a todos sobre a legislação ambiental.

Você deverá identificar e interferir em situações de risco a natureza, acionando os órgãos governamentais, também será responsável por elaborar, avaliar e acompanhar modelos e projetos de gestão e educação ambiental usados na exploração dos recursos naturais.

O que vou aprender no curso de Técnico em Meio Ambiente CPET?

No curso de Técnico em Meio Ambiente do CPET, você terá o conhecimento e as informações necessárias para se tornar um excelente profissional nesse setor. A nossa matriz curricular foi elaborada pelos melhores profissionais para que você, aprenda através de tecnologia e metodologias modernas, as informações necessárias para exercer sua profissão. Veja agora os principais títulos do curso Técnico em Meio Ambiente em Nível Médio:

  • Interpretação de Texto, Revisão de Matemática Aplicada ao Meio Ambiente
  • Ecossistemas Brasileiros e Gestão Ambiental
  • Introdução ao Word, Revisão de Química Aplicada ao Meio Ambiente
  • Casos de Sucesso na Educação Ambiental, Gestão da Qualidade Total, Educação Ambiental e Cidadania
  • Introdução a Libras e à Segurança do Trabalho
  • Visitas Técnicas ao meio ambiente, Qualificação Técnica de Nível Médio em Gestor Ambiental e Interpretação da Normas
  • Licenciamento e Perícia Ambiental, Gestão de Resíduos Sólidos e Levantamento de Aspectos e Impactos Ambientais
  • Auditor de Meio Ambiente, Legislação Ambiental Brasileira, Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável
  • Avaliação de Risco e Impacto Ambiental e muitos mais, esse são apenas alguns dos principais estudos relacionado ao curso Técnico em Meio Ambiente.

Ao concluir o curso de Técnico em Meio Ambiente da CPET, você terá adquirido conhecimento para participar de atividades de gestão, conservação, educação, processos produtivos, domínio de técnicas e de tecnologias que contribuem para o aperfeiçoamento da qualidade ambiental. Veja agora como é fácil se inscrever.

Como se inscrever no Técnico em Edificações do CPET

Para se inscrever basta entrar no site do CPET, escolher o curso de sua preferência, enviar sua documentação, e começar estudar. Você pode escolher o polo mais próximo para realizar as atividades presenciais.

No ensino a distância, você pode escolher quanto tempo, o horário e o local que disponibilizará para seu aprendizado, além dos cursos serem mais acessíveis economicamente que os cursos presenciais. A metodologia utilizada na CPET de ensino a distância, permite ao aluno estudar no conforto de sua casa.

O curso Técnico em Meio Ambiente é Legalização pelo Protocolo: 59776/2018-3, e Portaria nº 1310/2018. Você entrará no mercado de trabalho na área de Meio Ambiente, podendo ainda poderá exercer seus conhecimentos adquiridos em nosso curso de levantar e sistematizar dados, informações e documentos técnicos para realizar ou coordenar estudos socioambientais.

Sendo portador de um diploma de Técnico em Meio Ambiente em Nível Médio, numa instituição de ensino reconhecida em território nacional, você poderá concorrer as melhores vagas de emprego.

Ao procurar o CPET (Centro de Profissionalização e Educação Técnica) com certeza você irá se matricular em uma excelente instituição de ensino a distância que se preocupa com a qualificação profissional, com confiança de você estar investindo seu futuro em um ensino de alta qualidade, faça sua matrícula e bons estudos.

JR Educação – Parceira do CPET (Centro de Profissionalização e Educação Técnica.

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Onde fazer um curso técnico válido pelo MEC?

Fazer um curso técnico válido pelo MEC é importante para a construção de uma carreira sólida dentro do mercado de trabalho. Sendo assim, é importante buscar por instituições que ofereçam cursos técnicos presenciais ou técnicos à distância que atendam a este requisito tão importante para a construção do seu nome profissional.

O CPET é uma das maiores instituições do Brasil que oferece cursos técnicos presenciais e técnicos à distância que são reconhecidos pelo MEC. O CPET possui polos distribuídos por todo o Brasil e possui uma metodologia inovadora ética que respeita a legislação e o aluno levando educação de qualidade a todo o território nacional.

No que diz respeito aos técnicos à distância, o CPET te fornece um curso técnico válido pelo MEC com aulas 100 % online onde você pode estudar através do sistema AVA que está disponível 24 horas por dia nos 7 dias da semana. As suas provas presenciais podem ser realizadas no polo mais próximo de você!

Entre em contato conosco e faça a sua matrícula com início imediato e prepare-se para um futuro promissor.

JR Educação – Parceira do CPET.

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Conheça aqui 5 motivos para fazer um curso técnico

O mercado de trabalho tem se tornando bastante exigente e competitivo e cada dia mais as empresas tem exigido qualificações para contratarem seus funcionários. O tempo não para e quem não se qualifica perde grandes oportunidades que poderiam transformar a sua vida. Entenda os 5 motivos para fazer um curso técnico.

1 – Garante um destaque em relação aos concorrentes

No momento de seleção dos candidatos, as empresas dão preferências à candidatos que possuem qualificações técnicas e podem atuar de maneira satisfatória dentro da setor ao qual estão sendo recrutadas.

2-  É mais barato que um curso superior

O curso técnico é uma qualificação mais barata do que um curso superior que garante qualificação e te capacita para concorrer em um mercado de trabalho tão exigente e competitivo.

3- Tem um tempo menor de duração

Os cursos técnicos possuem um tempo de duração menor do que um curso superior, ou seja, em alguns meses você garante uma certificação que proporcionará diversas chances dentro do mercado de trabalho.

4- Possuem modalidades à distância

Além de possuírem menor tempo de duração, os cursos técnicos à distância permitem que o aluno estudem de acordo com a sua agenda, quando e onde quiserem. Assim, você se torna um profissional qualificado sem ter que se deslocar para uma instituição física.

5 – São reconhecidos pelo MEC

Ter reconhecimento do MEC é importante para garantir que o seu diploma tenha a validade que precisa e você esteja apto para concorrer à uma vaga no mercado de trabalho.

E se você deseja ter acesso a todas estas vantagens em cursos técnicos à distância, entre em contato conosco. Somos o Centro de Profissionalização e Educação Técnica – CPET e oferecemos o curso técnico que você precisa para se destacar no mercado de trabalho. Parceiro da  JR Educação.

Acesse www.seucursotecnico.com.br  e tenha todas as informações.

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Sete Vantagens em Estudar a distância!

A primeira vantagem está relacionada a própria filosofia da educação a distância: “aprender a qualquer momento em qualquer lugar”.

Confira as demais vantagens AQUI

Aproveite depois e confira os cursos de Graduação a distância na JR Educação

CURSOS

 

 

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Curso em Contação de História

A JR Educação está com inscrições abertas para o curso/Oficina em Contação de História.

” Hora do Conto e Outras Horas”.

Carga horária de 40h com certificação.

Os encontros serão em dois sábados das 9h às 17h.

Previsão de início dia 06/05/2017

Investimento: R$ 120,00

Entre em Contato e garanta a sua vaga Já!

O curso será ministrado pela Professora Beatriz Verges Fleck.

Professor na Pós Graduação – UNIFACVEST das disciplinas:
Didática do Ensino Superior; Teorias Psicogenéticas da Aprendizagem: as contribuições de Piaget e Vigotsky para a Educação; Prática Pedagógica, Metodologias e Didática na Educação Superior; Estágio; Literatura Infanto-Juvenil; Contos de Fadas e Literatura Indígena; outras.
Professor Orientador de Monografias, TCCs e Artigos – UNIVALI, UNIFACVEST, UFSC e outros.
Professor de Literatura Infantil, Prática de Ensino e Tópicos Especiais – UNIVALI.
Professor Alfabetizador .
Docente de cursos destinados a professores da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio sobre: Literatura Infantil; Hora do Conto; Construção da Leitura; Princípios da Educação Integral; Teoria da Atividade, etc.
Dinamizador do Projeto Salas de Leitura.
Coordenador e Animador do Projeto Pró Leitura/MEC-França.
Coordenador Pedagógico da Escola de Aplicação/IEE.
Professor de Metodologia do Ensino Infantil – Curso do Magistério/IEE.
Professor de Didática e Estágio Supervisionado – Curso do Magistério/IEE.
Professor de Psicologia/IEE; Pós em Psicopedagogia/UNIFACVEST.
Assessoria à Editora Ática – elaboração de projetos de leitura.
Assessoria à UDESC – elaboração do Caderno Pedagógico sobre Literatura Infantil.
Assessora de Ensino do Instituto Estadual de Educação.
Coordenadora do Projeto Teatro na Escola.
Consultoria – Prefeitura Municipal de São José, Biguaçu, Florianópolis sobre Projeto de Leitura na Educação Infantil.

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Estratégias Escolares para ensinar crianças com AUTISMO.

Introdução

Os alunos autistas respondem bem aos sistemas organizados.

O professor deve organizar a sala de aula para efetivamente conseguir ensinar os alunos.

Tais informações, assim como outras, são geralmente feitas por “treinadores” de professores e outros profissionais conhecidos dos com autismo. Mas muitas vezes há um mínimo de compreensão de como planejar e utilizar o conceito de “estrutura”.

Uma definição obtida através de dicionário é: como a ação de criar ou construir – colocando as coisas em um padrão definido de organização. Por exemplo: um jardineiro com vontade de ter um bonito jardim deve utilizar a organização no planejamento e cultivo de um jardim; sementes e plantas devem ser dispostas dentro de um padrão pré-determinado, prevendo assim as necessidades de cada planta no que se refere a sombra, sol, água e proximidade de outras plantas. Utilizando-se de tal organização consegue-se ampliar a força das plantas e compensar/evitar suas fraquezas, propiciando seu crescimento de forma mais rápida e com maior produção de frutos. Os professores também devem organizar o cotidiano da sala de aula para que os alunos possam otimizar suas habilidades assim como desenvolver aquelas que estão mais comprometidas.

Antes de explorar um pouco mais o uso da organização na sala de aula, será útil rever rapidamente algumas das dificuldades da criança autista e como elas apontam para a necessidade de uma organização, quando se busca sucesso no ensino.

Dificuldades de linguagem receptiva (compreensão das mensagens ouvidas) é característica do autismo. Muitas vezes o aluno pode não entender a mensagem quando o professor está acreditando que ele esteja entendendo, causando assim uma reação de agressividade ou de falta de iniciativa. Pode também acontecer que o aluno não possua linguagem suficiente para comunicar verbalmente ao professor que está cansado, com calor, com fome, entediado ou com vontade de ir embora, exceto através de birras e pirraças.

Ele pode ter uma memória sequencial pobre (memória das sequências dos fatos, sons, etc) e não conseguir manter a sequência dos eventos, mesmo que os cotidianos, ou não ter certeza quando algo diferente irá acontecer. Geralmente ele se sente mais confortável permanecendo em atividades que “já tem costume” resistindo assim a aprender as novas. Muitas vezes ele é incapaz de se organizar ou impor limites a seu próprio comportamento e não tem noção das regras sociais. Isto pode resultar na tentativa de “chamar a atenção” dos outros de forma inapropriada ou de preferir ficar isolado. Devido a sua dificuldade de relacionamento social ele pode não ter motivação para agradar os outros ou não ser sensível a elogios podendo assim parecer que há resistência ao aprendizado.

Hipersensibilidade sensorial pode levar, com frequência, a distúrbios de comportamentos. A distraibilidade e falta de noção e organização da temporalidade podem também causar comportamentos que interferem na aprendizagem.

Organizar a sala-de-aula ou qualquer outro ambiente de ensino ao nível de compreensão do aluno pode diminuir suas dificuldades, resultando assim numa otimização do aprendizado. Este capítulo debate os aspectos de uma estratégia, através da organização, que tem-se mostrado útil em salas de aula para alunos portadores de autismo, independente da idade. Tais aspectos são: * a organização física, * a programação das atividades, * os métodos de ensino.

A chave para se usar cada um desses itens é a individuação. Só a sala de aula fisicamente organizada e programada não beneficiará os alunos, a menos que as habilidades e necessidades de cada aluno estejam sendo consideradas na fase de planejamento. Um professor que use métodos de ensino tais como dicas ou reforço pode não estar sendo eficaz se não avaliar as necessidades individuais e a forma de aprendizado de cada um. Uma discussão mais ampla do uso de cada um destes aspectos será visto a seguir.

Organização da Área física

A disposição física da sala-de-aula deve ser considerado quando se planeja o ensino para alunos autistas. Até a disposição dos móveis da sala pode ajudar ou atrapalhar o funcionamento independente do aluno, o reconhecimento e respeito pelas regras e limites. Não se esqueça das dificuldades do portador de autismo ao planejar a organização física da sala-de-aula. Muitos alunos possuem dificuldades de organização pessoal não sabendo onde ir e como chegar pelo caminho mais fácil. Devido as dificuldades de recepção da linguagem êles geralmente não entendem direções ou regras. A organização do meio ambiente lhes dá pistas visuais, que os ajuda a entender. Algumas pessoas com autismo não altamente distraíveis por qualquer “coisa” do ambiente. Os professores precisarão organizar o ambiente para que não haja tanta distração. Antes de planejar a organização física da sala-de-aula, o professor pode querer avaliar o meio ambiente de modo geral. Uma boa organização não será tão eficaz se existirem outros problemas.

Muitas vezes o professor não tem escolha sobre qual sala lhe será destinada. Mas se houver, há alguns aspectos a serem considerados, como: * o tamanho da sala, * quais as outras salas que estão próximas, * número e acesso a pontos de luz, * localização do banheiro mais próximo, * iluminação, * espaço na parede que possa distrair, * outros aspectos imóveis.

Alguns aspectos indesejáveis podem ser desprezados ou mesmo serem modificados, mas existem algumas situações que podem necessitar uma mudança na sala. Exemplificando:

Uma sala com muitas saídas não é indicada quando se tem alunos que tem hábito de correr. Uma sala para alunos de nível intermediário não pode estar localizada no “hall” do Jardim de Infância, pois isto não proporciona oportunidade para socialização e pode colocar um estigma nos alunos obviamente mais velhos.

Uma sala muito pequena ou sem espaço adequado para a guarda de objetos cria uma atmosfera desconfortável de se ter sempre alguma coisa na frente ou de se trabalhar “um em cima do outro”. Isto não proporciona uma atmosfera relaxante de aprendizado.

Um aspecto de alta prioridade é a localização do banheiro. os professores que estão treinando os alunos a usar o banheiro não querem ter que andar grandes distâncias cada vez que o aluno tenha que ir lá. Mesmo com alunos independentes no uso de banheiros, o precioso tempo de aula não deve ser desperdiçado com longas viagens ao banheiro.

Uma vez definido a sala-de-aula, o professor está pronto a começar a estruturar as áreas de aprendizado e treinamento no que concerne ao conteúdo da temática de aprendizado. Definir áreas específicas para tarefas de aprendizado específicas, identificar com clareza os limites e fazer materiais facilmente acessíveis ajudam os alunos a saber de forma independente onde devem estar e onde obter seus próprios materiais. Desta forma os professores não tem de estar constantemente repetindo instruções ou lembrando algo aos alunos, causando menos confusão de informações (quantidade de verbalizações) na sala. Salas e alunos diferentes exigirão estruturas diferentes.

Alunos mais comprometidos e os com autocontrole menos desenvolvido precisarão de uma estrutura mais organizada, como limites mais definidos e firmes e mais dicas que os menos comprometidos.

Um professor de alunos mais jovens poderia organizar as áreas de aprendizado para jogos, trabalho individual e independente, lanches e desenvolvimento de auto-ajuda. Pode também haver um grupo e uma área específica para tarefas pré-vocacionais. Uma sala para alunos mais velhos teria áreas de lazer, oficina, aptidões domésticas, auto-ajuda, cuidados pessoais e locais para ensino individualizado. Muitas salas precisam utilizar a área externa como local para que alguns alunos se distanciem de distrações e excesso de estímulos em determinado momento e assim recuperem o autocontrole. Todas as salas devem ter um espaço definido para que os alunos coloquem seus objetos pessoais. Podem ser escaninhos, armários ou caixas especiais. A mesa do professor, ou seu espaço, deve estar separada na sala.

A organização das áreas na sala-de-aula pode começar a disposição natural. Por exemplo: proximidade de janelas e espelhos prejudicam as áreas de trabalho pela distração que causam.

Caso isto não possa ser evitado deve-se usar persianas ou papelão pregado na janela. É benéfico utilizar áreas de trabalho próximas a prateleiras ou armários de forma que os materiais possam ser facilmente acessados. Os armários embutidos são ótimos para esta finalidade pois pode-se criar áreas de trabalho em sua volta. Paredes nuas também, pois as mesas devem ficar de frente para elas e se eliminam algumas distrações. É importante que a mobília seja apropriada para a idade e tamanho dos alunos. As áreas onde os alunos passam algum tempo em atividades independentes, como jogos e lazer ficarão melhores se estiverem localizadas longe das saídas – elimina-se a preocupação com a fuga de algum aluno. Tapetes, estantes, divisórias, a disposição das mesas – tudo pode ser utilizado para marcar melhor os limites. Por exemplo: a área carpetada pode ser a área de lazer, ou seja os alunos não devem estar em nenhum outro local durante os intervalos. A área da oficina pode ser delimitada por estantes cheias de materiais e 2 ou 3 mesas mais compridas, de trabalho. Quando um aluno recebe os materiais de oficina deve se sentar naquela área para trabalhar. Outro exemplo: o professor pode colocar um pequeno tapete em frente ao lavatório/pia para mostrar aos alunos onde ficar quando estão lavando as mãos ou pratos.

Os materiais deverão ser claramente marcados ou organizados dentro do nível de compreensão do aluno. Alguns materiais são apenas para o professor, alguns não podem ser usados durante o tempo de jogos ou lazer. A utilização de figuras, códigos de cores, símbolos numéricos, retratos, podem ajudar os alunos a marcar, buscar ou guardar os materiais de forma independente.

Quando o professor planeja a organização física da sala é imprescindível levar em consideração as necessidades individuais de cada um. A individualização pode ser ilustrada como exemplo de três áreas de trabalho estruturadas diferentemente dentro do espaço da oficina numa sala.: 1. nos dois lados da oficina estão estantes cheias de material de trabalho – isto define a área de trabalho;

2. no meio da oficina estão uma mesa e cadeiras para os que não se importam com as atividades dos outros ou estão aprendendo a lidar com distrações. Outra mesa de trabalho está de frente para uma parede nua e há fitas crepe marcando no chão onde as cadeiras devem ficar durante o trabalho – esta é para alunos mais facilmente distraidos e que divagam quando não estão ocupados;

3. uma terceira área de trabalho é separada em dois lados com divisórias e ficam de frente a uma parede nua. O aluno que aqui deve trabalhar é aquele que é facilmente distraído pelo que os outros estão fazendo e tem comportamento que pode perturbar os que trabalham.

As necessidades dos alunos deve ser avaliada em separado. A medida que o aluno trabalha de forma mais independente este tipo de estruturação pode ser reduzida gradativamente. Algumas perguntas que devem ser consideradas quando os professores organizam suas salas:

1. Há espaço para o trabalho individual e em grupo? 2. As áreas de trabalho estão localizadas em ponto de menor distração? 3. As áreas de trabalho estão identificadas para que o aluno encontre seu próprio caminho? 4. Existem áreas de trabalho consistentes para aqueles que precisam? 5. O professor tem fácil acesso visual a todas as áreas de trabalho? 6. Há lugares para os alunos colocarem os trabalhos concluídos? 7. Os materiais de trabalho estão em área central e próximos as áreas de trabalho? 8. Os materiais para os alunos são de fácil acesso e claramente marcados para êles? 9. As áreas de lazer ou jogos são amplas? 10. Estão distantes das saídas? 11. Estão distantes de áreas de materiais, a que os alunos não devam ter acesso durante o tempo livre? 12. Os limites das áreas estão claros? As prateleiras da área de jogos ou de lazer estão cheias de brinquedos ou jogos quebrados que ninguém usa?

Programação

O professor deve usar um esquema para conseguir ensinar os alunos. Dois alunos estão distraídos na cozinha com uma atividade culinária em companhia do professor assistente. Há um aduno tecendo um tapete na área de lazer. Outro está na oficina trabalhando independentemente na elaboração de uma lista de atividades e um quinto aluno está fazendo exercícios individuais com um professor. Ao fundo ouve-se um relógio marcando a hora. Ele soa e parece que haverá uma enorme confusão na medida que os materiais são guardados, as cadeiras afastadas, os lembretes são feitos juntamente com os elogios, algumas instruções são passadas, todos passam a uma nova área da sala e o trabalho recomeça. Como é que todos sabem onde ir e como fazer? Como os professores sabem por quem são responsáveis? Por que funciona tão bem? Esta classe com certeza tem uma programação clara, consistente e objetiva, um esquema que determina quem, o que e quando.

Programação é parte da organização das atividades que os alunos autistas necessitam. Muitos tem problemas com memória sequencial e organização no/do tempo. Dificuldades de linguagem receptiva também pode tornar difícil aos alunos compreender o que eles deveriam estar fazendo.

Além de dar orientação a todos sobre certos períodos de tempo, a programação das atividades ajuda-os a prever acontecimentos diários e semanais. Isto diminui a ansiedade sobre o não saber do que ocorrerá em seguida. Além de saber qual atividade ocorrerá depois, a programação auxilia os alunos a se conduzir de forma independente entre as atividades. Sua programação lhes diz onde devem ir em seguida. Além disso alunos com pouca iniciativa podem ser motivados a completar uma tarefa considerada difícil se perceberem pelo esquema montado(programação) que esta será seguida de atividade ou tarefa mais agradável.

Geralmente há dois tipos de programação utilizados simultaneamente nas salas. O 1. tipo é a programação geral da classe; e o 2. tipo são os esquemas individuais.

A programação global delineia os eventos diários, porém não especifica atividades de trabalho para os alunos mas mostra os horários, intervalos, etc. Por exemplo: 8:30 – chegada dos alunos, guarda de objetos 8:45 – sessão de trabalho 1 9:30 – sessão de trabalho 2 10:15 – intervalo 10:30 – lazer 11:00 – sessão de trabalho 3 11:45 – preparo para o almoço 12:00 – almoço 12:30 – pátio, ginásio 13:00 – limpeza das mesas e chão da cozinha 13:45 – sessão de trabalho 4 14:30 – despedida

Este esquema mostra quando os alunos estão trabalhando e quando estão desenvolvendo outras atividades. Durante as sessões de trabalho alunos e professores podem estar envolvidos em uma série de atividades, desde o trabalho pré-vocacional independente, treinamento individual sobre auto-ajuda, até sobre tarefas na escola. Estas, atividades, se refletem na programação individual.

A programação geral pode até ser semanal, exceto nos dias de excursões, eventos especiais ou treinamentos comunitários.

A programação geral da classe é geralmente afixada em algum lugar da sala para que todos possam ver e a utilizarem. Esta é geralmente revisada quando da chegada dos alunos ou durante uma sessão matinal de grupo. O formato pode ser escrito, porém como nem todos serão capazes de entender o escrito, pode-se utilizar figuras ou desenhos representando as atividades. Por exemplo: a figura de uma carteira ou mesa pode ser usada no lugar de “sessão de trabalho”. A programação com gravuras pode ser disposta de cima para baixo ou da esquerda para a direita em um grande cartaz. Usando esta tabela global os professores podem organizar melhor as responsabilidades diárias, ou semanais. Um quadro de horário e atividades com a tabela anexa para cada professor é fácil de manusear e de consultar. Para dividir as responsabilidades dos professores deve-se considerar quais os alunos trabalham bem em pequenos grupos, quais conseguem exercer atividades de forma independente, qual atividade necessita do professor fora da sala e quais alunos tem comportamento de difícil controle. Ambos professores ( e outros voluntários que usem a programação) devem saber quais são e a quem acomete suas responsabilidades.

Para ajudar aos alunos a compreender o que fazer durante as atividades constantes na programação geral, usam-se as tabelas individuais. Elas podem ter formas variadas mas devem ser individualizadas, adequadas a idade, balanceadas entre atividades difíceis e fáceis e baseadas na capacidade de compreensão e execução de cada um ( quanto reforço ou mudança de atividade pode ser necessária).

As programações individuais variam desde aqueles que são dirigidos e administrados pelos professores até os que os próprios alunos programam e desenvolvem. O aspecto importante é que são individualizados, isto é, criados para e compreendidos pelos alunos. Alguns exemplos:

1. Quando o professor e aluno terminam uma atividade ( e seu consequente reforço), o professor mostra o item da próxima atividade. Ou o aluno segue para a área designada levando o item consigo ou usa o item como exemplo para apanhar outros materiais necessários e os leva para a mesa de trabalho.

2. Sobre a mesa do aluno está um cartaz onde estão fixados círculos de papel em cores diferentes, em fileira vertical. O aluno aprende a retirar o círculo da parte superior e compará-lo a outro igual, colocando-o numa caixa na estante da área de trabalho. Ele leva a caixa para a mesa, completa o trabalho na caixa (com ou sem ajuda do professor, dependendo da tarefa) e põe a caixa de volta na estante quando termina. Ele continua assim até que todos os círculos coloridos tenham sido feitos.

3. Afixados ao quadro do lado da área de trabalho do aluno estão enfileiradas 4 ou 5 fotos polaroid para cada sessão de trabalho. O aluno começa com a foto da parte superior e obtém os materiais, completa a atividade e guarda os materiais. Ele continua a seguir o esquema através das fotos para a sessão de trabalho. A última foto em cada fileira será de um jogo ou brinquedo que o aluno goste. Quando alcança a foto, êle pode brincar até que soe o sinal para o início de uma nova sessão de trabalho. Pregado na mesa está um pedaço de papel dividido em 3 fileiras de 3 quadrados cada. Cada quadrado tem um desenho ou lista de número. Cada quadrado corresponde a um bloco de horário da programação global da classe. O aluno segue a tabela da esquerda para a direita. O primeiro bloco relaciona os números das tarefas que êle deve fazer sozinho na área da oficina. Ao sinal de término do 1. período de trabalho, êle segue as instruções do segundo bloco, que mostra o desenho de uma mesa e cadeira, representando o trabalho individual com o professor. O 3. bloco tem o desenho da área de recreio. O aluno continua observando o esquema (programa) durante o dia. Este aluno recebe dinheiro sempre que completar satisfatoriamente ou tenha executado todas asa tarefas relacionadas ou desenhadas em cada bloco. Ele gasta seu dinheiro com merenda e. ao final do dia, com guloseimas ou pequenas surpresas como adesivos, etc.

4. Após a chegada, o aluno guarda seus objetos pessoais e apanha o quadro de horário e atividades que está dependurada na parede. Cada quadro tem um quadrinho para ser marcado. O aluno e professor preparam o programa juntos, no final do dia anterior. Ele verifica qual será sua atividade de 8:30 hs e a completa. Então chama o professor para conferir seu trabalho e recebe a marcação no quadrinho indicado. Sua próxima tarefa está prevista para as 8:30 hs. Se houver tempo livre, êle pode usa-lo tranquilamente na área de lazer. Ele passa o dia consultando a tabela e o relógio. Ele não recebe OK se não completar a tarefa no tempo e/ou comportamento indicado. Após receber certo número de OK’s êle recebe uma estrela no painel no fim do dia.

Quatro estrelas numa semana resultará na escolha da atividade favorita ao invés de trabalho na tarde de 6a. feira.

Todos estes exemplos mostram o trabalho através da individualização. Para os alunos que não sabiam ler ou entender as figuras deve-se usar cores ou objetos para ajudá-los nas atividades diárias. Alguns programas tem 2 ou 3 atividades a serem completadas em determinado período de tempo, enquanto outros tem apenas 1 antes do intervalo ou do reforço. cada esquema individual também reflete a preferência do aluno pelas atividades com alternância das mais com as menos agradáveis.

A utilização de programas claros e consistentes facilitam o funcionamento perfeito da classe e deixa mais tempo para o ensino e aprendizado em si, ao invés de constantes reorganizações e planejamentos durante o horário de aula. A medida que os alunos aprendem a entender e observar os horários êles desenvolvem boa capacidade de trabalho independente e conseguem seguir instruções, que são muito importantes para o sucesso em situações futuras(seja de ordem vocacional ou doméstica). A seguir estão algumas questões que os professores devem considerar no planejamento da programação da classe ou dos alunos individualmente. * A programação está claramente delineada de forma que os professores saibam todas as responsabilidades diárias? * Há equilíbrio das atividades individuais, em grupos independentes e de lazer, diariamente? * A programação individual leva em conta as necessidades do aluno quanto a intervalos, reforço, atividades indesejadas, seguidas das atividades preferidas? * O programa ajuda o aluno nas transições onde ir e onde fazer? * O programa auxilia o aluno a saber onde e quando começar e terminar uma tarefa? * Como são assinaladas as transições e mudanças de atividade? por sinais? por orientação do professor? pelo relógio de parede? * A programação é representada de forma facilmente compreendida pelo aluno?

Método de Ensino

O professor deve sistematizar e organizar os métodos de ensino com a finalidade de ensinar de forma eficaz.

Uma outra maneira de usar a organização para ajudar os alunos a um desempenho bem sucedido é na montagem das tarefas dos professores. Aqui também as dificuldades de recepção da linguagem prejudicam a compreensão dos alunos no que é esperado deles. Instruções para as tarefas e o uso de dicas e reforços devem ser organizados e sistematizados a fim de propiciar experiências de sucesso. Isto torna as situações de aprendizado mais previsíveis (e portanto mais fáceis) e ajuda-os a superar a distração, a resistência a mudanças e a falta de motivação. As instruções podem ser dadas verbalmente ou não. Em qualquer caso as instruções devem ser dadas ao nível de compreensão do aluno. No caso de instrução verbal, isto significa usar a quantidade mínima de linguagem necessária. Por exemplo: não invés de “quero que você termine de colocar todas essas porcas e parafusos juntos e quando terminar você pode ir para a área de lazer e escolher um brinquedo para brincar” – “primeiro termine as porcas e parafusos e depois brinque”. A segunda forma de emissão transmite a mesma essência de mensagem. Instruções verbais também podem ser acompanhadas de gestos, para ajudar a compreensão. No exemplo anterior, o professor pode apontar para todas as porcas e parafusos e depois para a área de lazer enquanto dá as instruções – deve ter a atenção do aluno antes de começar as instruções. Isto não quer dizer necessariamente ter contato visual. Alguns alunos podem expressar atenção pela orientação corporal, reação verbal ou pela paralisação de outras atividades. Ao dar instruções o professor precisa estar certo que as expectativas e consequências estão organizadas e claras para o aluno. Se um aluno não sabe onde estão os materiais, como iniciar a tarefa ou o que fazer quando terminar, então é provável que êle não execute a tarefa de acordo com a expectativa do professor.

Além de usar gestos, as instruções podem também serem dadas através de dicas visuais tais como apresentar e posicionar materiais de forma sistemática, assim como utilizar desenhos e instruções escritas.

Organizar o trabalho de maneira uniforme da esquerda para a direita, lhes fornece uma sistemática para completar as tarefas de forma mais independente sem necessidade de tantas instruções verbais. O fornecimento de apenas dos materiais que o aluno precisará para as tarefas específicas será menos confuso para êle. A colocação dos materiais no ambiente onde serão usados também pode ajuda-lo a seguir as orientações e a completar as tarefas com maior sucesso, como por exemplo: colocar limpa vidros, limpadores de pia e de vasos, esponjas, etc. no banheiro a ser limpo – são pistas de quais tarefas devem ser executadas e quais materiais usar. Peças de encaixe (tipo quebra cabeça) e instruções também podem ajuda-los a se tornar e a permanecerem mais organizados enquanto trabalham. Os professores podem usar amostras ou figuras de produtos acabados para mostrar aos alunos o que deve ser feito. Figuras e instruções escritas (similares a uma receita) podem ser usadas para ajuda-los a compreenderem uma tarefa na sequencia correta. O professor deve ter cuidado para não dar dicas que causem distração.

Alguns podem não ser capazes de compreender o método proposto pelas peças de encaixe, ou mesmo uma figura mais complexa, assim como não ter aprendido ainda a trabalhar da esquerda para a direita. Tais capacidades devem ser avaliadas e feito planejamento de treinamento individual da mesma forma que outras atividades são ensinadas.

Ao ensinar novas tarefas os professores usam dicas para ajudar os alunos a terem sucesso no que estão aprendendo e fazendo. Existem tipos diferentes de dicas utilizadas para ajuda-los ou dar-lhes lembretes. Uma dica física é usada quando o professor guia as mãos do aluno a levantar a calça após ir ao banheiro. Uma dica verbal é quando lhe é dito para colocar um guardanapo na sua bandeja de almoço. Dicas visuais podem incluir formas variadas, por exemplo: as peças de encaixe, instruções escritas, cartão colorido que o aluno compara a uma caixa de trabalho para fazer sua própria tarefa. Creme de amendoim escrito em letras garrafais para chamar a atenção para o vidro. Uma dica pode ser também um gesto, p. ex.: ao invés de dizer ao aluno para pegar um guardanapo, o professor aponta para o porta-guardanapo ou para o espaço vazio na bandeja. Modelagem ou demonstração de como algo é feito também pode ser uma dica. As dicas podem também ser sobre situações, tais como “olá” – que é para cumprimentar alguém.

Para se usar dicas de forma eficaz o professor deve ser sistemático na sua apresentação. Isto quer dizer que a dica deve ser clara consistente e direcionada ao aluno antes que ele responda incorretamente, p. ex.: a professora está ensinando ao Charles como lavar pratos; o primeiro passo escolhido por ela é a quantidade adequada de detergente e começa a espremê-lo sobre a água; êle espreme muito e ela diz “não”, que é uma dica para alertar Charles; “isto é muito, use somente um pouco de detergente” – esta forma é ineficaz! Para ser eficaz a professora poderia começar com uma dica verbal: “somente um pouco de detergente”; a seguir ela ajuda Charles a espremer o frasco em um recipiente de medir (pode ser a tampa de refrigerante) e lhe mostra como espalha-lo na água para fazer espuma; continua assim por 3 dias. Eventualmente a professora não precisa usar dicas verbais ou físicas e Charles mede a quantidade certa de detergente por si mesmo usando a tampa de refrigerante. Uma gama de dicas foi usada para deixar claro a Charles a quantidade de detergente a ser usada e as dicas lhe foram dadas antes que ele tivesse a oportunidade de usar a quantidade incorreta.

Os professores também precisam estar atentos ao utilizar dicas e pistas quando assim não o desejarem. É muito importante aqui o posicionamento do professor e do aluno para o aprendizado. Muitas vezes as resposta corretas podem ser transmitidas aos alunos pelo simples movimento da cabeça ou olhos do professor a resposta correta. Alguns alunos não continuarão a trabalhar sem olhar para o professor após cada etapa, para confirmação ou não de seu desempenho. Em tais situações o professor pode se posicionar ao lado ou atras do aluno ao invés de ficar na sua frente – nesta posição menos dicas não intencionais serão transmitidas.

A maior parte das pessoas são motivadas a trabalhar devido a uma combinação de elogios de outros, satisfação interior e compensação pecuniária. Os alunos autistas não são automaticamente motivados por tais coisas. Os professores precisam descobrir quais coisas os motivam e assim ensiná-los como um sistema de contingências funciona para êles. P.ex.: um professor descobre que há interesse em sentir (apalpar) e usar lixa. Os horários podem ser organizados de forma que êle saiba quando terminar sua tarefa, usando lixas na oficina – assim espera-se que esta situação propicie motivação para o trabalho.

O reforço pode incluir uma gama de itens ou atividades. Muitos alunos são motivados por alimentos ou brinquedos que realmente gostam. Outros podem ser motivados por uma atividade preferida. Alguns podem ser capazes de ganhar dinheiro, ou fichas durante o dia e guardá-los para trocar por reforço mais tarde. Todos os alunos devem receber elogios ou “reforços” sociais. Existem alunos para os quais o elogio de um adulto ou autoridade pode ser estímulo suficiente para mantê-lo ocupado, trabalhando e aprendendo. Existe também alguns alunos que encontrarão satisfação em completar o trabalho e não precisarão de outros tipos de reforços.

Para se usar o reforço como ferramenta eficaz de ensino o professor deve ser sistemático no seu uso. O tipo e frequência do reforço, de forma individual, deve ser planejado antes das atividades – alguns costumam precisar de reforço constante enquanto outros podem tê-lo de forma intermitente. O tipo de reforço deve ser adequado e natural a atividade que o aluno está desenvolvendo e ao nível de compreensão do aluno. P. ex.: se o aluno não compreende como funciona o sistema de fichas, então não será este um reforço eficiente/indicado). O professor deve estar seguro que o reforço segue de imediato o comportamento ou capacitação ensinada ou aumentada, de forma que o aluno perceba claramente o relacionamento entre os dois. Não pode haver dúvidas para o aluno o objetivo a ser alcançado. O professor deve ter condição de determinar se um estímulo é eficaz pela avaliação do interesse do aluno e na aquisição ou ganho na atividade ou conduta que está sendo reforçada.

A seguir algumas perguntas que os professores devem considerar ao planejar os métodos de ensino para serem eficazes:

1. O professor tem a atenção do aluno antes de serem dadas as instruções? 2. A linguagem verbal utilizada é específica para o nível de compreensão dos alunos? 3. Os gestos estão acompanhados de instruções verbais para ajudar o aluno a entender quando êle está com dificuldade de compreensão? 4. O aluno recebe informação suficiente para ser capaz de completar uma tarefa o mais independente possível? 5. A disposição e organização dos materiais ajuda a transmitir instruções para os alunos? 6. Os materiais são apresentados de maneira organizada? 7. Há excesso de materiais apresentados em determinada hora? 8. O aluno está recebendo a ajuda que precisa para completar a tarefa com sucesso? 9. As dicas escolhidas são específicas ao estilo e nível de aprendizado do aluno? 10. As dicas são dadas antes que o aluno responda incorretamente? 11. O posicionamento do professor foi estruturado de forma que o aluno não perceba dicas não intencionais? 12. O aluno está recebendo “feed-back” claro sobre as respostas ou sôbre seu comportamento (conduta) adequado ou incorreto? 13. As consequências e reforços são tornados claros para o aluno? Elas seguem de imediato o comportamento trabalhado? 14. O reforço é dado com a necessária frequência? 15. os reforços são baseados no nível de compreensão e motivação do aluno?

Resumo

Para ensinar eficazmente alunos autistas, o professor deve proporcionar uma organização do método de trabalho, incluindo a sala-de-aula, de maneira que os alunos entendam onde ficar, o que fazer e como fazê-lo, de forma mais independente possível.

Fonte: http://www.institutoinclusaobrasil.com.br/estrategias-escolares-para-ensinar-criancas-com-autismo/

Instituto Inclusão Brasil :

Texto traduzido do endereço: http://www.unc.edu/about/disclaimer/html